RELATOS, NOTÍCIAS, CRÍTICAS, PESQUISAS, RESULTADOS, COMENTÁRIOS, NA VISÃO AMBIENTAL

ESTE BLOG TEM O INTERESSE DE MOSTRAR DE MANEIRA OBJETIVA, NOTÍCIAS, CRÍTICAS, PESQUISAS, RESULTADOS, COMENTÁRIOS E RELATOS NAS ATITUDES INRRESPONSÁVEIS, COM AÇÕES IRRACIONAIS, OCASIONANDO DESASTRES, CATÁSTROFES, E O DESEQUELÍBRIO NO MEIO AMBIENTE, PROPORCIONADAS PELAS ATITUDES DESEQUILIBRADA DO HOMEM COM O PLANETA.
RELATOS, NOTÍCIAS, CRÍTICAS, PESQUISAS, RESULTADOS, COMENTÁRIOS, NA VISÃO AMBIENTAL

Ilha Tuvalu, que fica no Sul do Oceano Pacífico, com o aquecimento Global poderá sumir do Mapa.

Parques na Escócia – será o mesmo planeta?


sábado, 12 de dezembro de 2009

COP 15 em Copenhague

Financiamentos de projetos a longo prazo entrava negociações em Copenhague
Algumas naçõeos se dispõe a liberar recursos, mas valores estão muito abaixo dos 200 bilhões de dólares anuais que os países em desenvolvimento necdessitam.
O financiamento de projetos a longo prazo é o que mais entrava as negociações em Copenhague. Alguns países até se dispõem a liberar recursos para ações dentro de 2 ou 3 anos, algo em torno de dez bilhões de dólares - cifra muito abaixo dos 200 bilhões de dólares anuais que os países em desenvolvimento dizem ser necessário. Porém, quase ninguém está disposto a financiar a implementação de projetos até 2020, prazo considerado médio. A garantia desses recursos é considerada fundamental para o sucesso da Cop-15.

´Todos os países estão dificultando as negociações´, diz o embaixador brasileiro Luiz Alberto Figueiredo, vice presidente do chamado Trilho 2. Esse trilho, ou grupo de trabalho, é o responsável pela implementação dos projetos a longo prazo, definidos na Convenção do Clima, em 1992. Cabe a esse grupo de trabalho definir como serão implementadas as ações de adaptação às mudanças do clima, transferência de tecnologia, financiamento e mitigação dos efeitos.

Ainda segundo o embaixador, o mecanismo REED, um dos possíveis para mitigar os efeitos das mudanças climáticas, é o que tem as negociações mais avançadas. ´Mas não pode ter êxito nos Reed´s e não definir como vai ser a transferência de tecnologia, por exemplo. Temos que fechar um pacote.´Hoje deve ser apresentado o esboço do texto que vai ser debatido pelos ministros e autoridades de Estado a partir da semana que vem.

O texto foi formatado por Figueiredo e pelo presidente do grupo de trabalho . A partir de amanhã, será analisado pelos debatedores do grupo, que tem representantes dos 192 países que assinam a Convenção do Clima da Onu. O que mais dificultou a elaboração do texto foi justamente a definição dos valores. Segundo Figueiredo, nenhum país colocou valores concretos na mesa de negociação.

Fonte: EcoAgência > Notícia

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Aquecimento global já tem efeitos visíveis nos Estados Unidos

Os primeiros flocos brancos caíram e a neve cobriu o estado do Colorado, no Centro-Oeste dos Estados Unidos. As crianças se divertem no frio. Será que o planeta está mesmo mais quente?

Pesquisadores americanos dizem que algumas árvores podem ajudar a mostrar os efeitos do aquecimento do planeta. Elas estão assim, avermelhadas, porque morreram.

O mais longo estudo sobre as florestas do noroeste dos Estados Unidos culpa o aquecimento global pela morte precoce das árvores.

Durante 50 anos, os cientistas monitoraram as florestas e concluíram que os pinheiros estão morrendo duas vezes mais rapidamente do que há 17 anos.

As árvores sofrem com as altas temperaturas do verão e não conseguem se recuperar no inverno porque a neve derrete logo, aos primeiros sinais da primavera.

A bióloga da Universidade do Colorado Diana Tomback explica ainda que as árvores estão sob um ataque severo de besouros.

"A sobrevivência dos besouros está ligada ao aquecimento do planeta. E essa proliferação dos insetos vem ocorrendo há pelo menos dez anos”, diz ela.

Segundo a bióloga, os efeitos em cascata podem ser desastrosos. Besouros matam as árvores, acabando com as sementes, que são a fonte de alimento de pássaros e ursos nos Estados Unidos.

Industrialização - Mas por que, segundo os cientistas, o planeta está mais quente? A Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas aponta razões históricas.

Desde que o mundo se tornou industrializado, no século XVIII, aumentou a quantidade de dióxido de carbono e de outros gases que provocam o efeito estufa. Os gases formam uma barreira, retendo a energia solar.

No laboratório da Universidade de Boulder, cientistas monitoram o ar do planeta. Uma vez por semana, o laboratório recebe amostras do ar de todas as partes do mundo, do mar do caribe, dos lagos da Europa, das montanhas da China, da floresta amazônica.

O diretor do Instituto do Ártico e Pesquisa Alpina da Universidade, Alan Townsend, analisa as amostras, para ver de onde vem o dióxido de carbono.

Os Estados Unidos são um dos maiores vilões. "Somos um dos maiores consumidores de energia por pessoa. E por isso temos que assumir a liderança para tentar resolver o problema", diz Townsend.

Entre 1990 e 2007, os Estados Unidos aumentaram em 16,5% as emissões de gases, chegando a mais de 7 bilhões de toneladas por ano.

Entre 2007 e 2008 houve uma pequena queda, que os cientistas atribuem à crise econômica e à queda da produção industrial.

E de onde vêm esses gases? A energia usada para iluminar casas e movimentar fábricas vem principalmente do carvão. Ele é queimado nas usinas e das chaminés sai o dióxido de carbono.

Mas a quantidade absurda de carros circulando pelos Estados Unidos é quase tão nociva quanto a queima de carvão.

Recusa - Na Casa Branca, George Bush se recusou a assumir o compromisso de reduzir as emissões de dióxido de carbono. Agora, Barack Obama propõe uma redução de 17% até 2020.

Em setembro, o secretário-geral da ONU, Ban Ki Moon visitou o Ártico e se assustou ao atravessar de navio um trecho onde, antes, havia gigantescos blocos de gelo. Desde então, vem pressionando líderes mundiais para tomar decisões, na reunião sobre o meio ambiente, em Copenhague.

Apesar dos números pessimistas sobre a poluição mundial, o ecologista Townsend diz que não é tarde para agir.

O mundo precisa aprender a não desperdiçar energia, a buscar fontes alternativas, além do carvão, do gás e do petróleo. E usar soluções de engenharia para reduzir os níveis de dióxido carbono. Soluções para proteger o planeta.

A Agência Americana de Proteção Ambiental anunciou, nesta segunda-feira, que os gases responsáveis pelo efeito estufa representam uma ameaça à saúde humana.

Isso é importante porque permite ao governo dos Estados Unidos adotar medidas pra controlar as emissões sem a necessidade de aprovação do Congresso.
(Fonte: G1)

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Palin pede a Obama que "boicote" Conferência de Copenhague

09 de dezembro de 2009 14h58 atualizado às 16h05

Sarah Palin anuncia sua renúncia em Wasilla, no Alasca Foto: AP

Sarah Palin acha que Obama não deveria ir à cúpula em Copenhague
03 de julho de 2009
Foto: AP


A ex-governadora do Alasca e ex-candidata à vice-presidência pelo Partido Republicano, Sarah Palin, pediu nesta quarta ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que "boicote" a cúpula sobre a mudança climática, que acontece em Copenhague (Dinamarca).

Palin se dirigiu a Obama em uma coluna de opinião publicada no jornal Washington Post. No texto, ela diz que o chefe de Estado não deveria fazer parte desta "conferência politizada".

"Nossos representantes em Copenhague deveriam lembrar que uma boa política ambiental é a que sabe pesar os custos e os benefícios, e não busca uma agenda política", escreveu a ex-governadora.

Palin também fez referência ao "Climagate", o escândalo gerado pelo roubo de e-mails comprometedores sobre a mudança climática trocados entre cientistas britânicos.

As mensagens, roubadas por um hacker que invadiu a rede da Universidade de East Anglia (Reino Unido), aparentemente apontam para uma suposta manipulação de dados para dar uma "aparência" mais grave ao aquecimento global.

Esses e-mails, segundo Palin, demonstram as falhas da cúpula em curso, e convidam ao "boicote" à reunião, já que "o programa impulsionado em Copenhague não vai mudar o clima, mas mudar para pior a economia" americana.

"Não podemos dizer com certeza que a atividade do homem causa mudanças climáticas", no entanto, "podemos dizer que qualquer possível benefício da proposta para a redução (das emissões) de gases estufa está longe de recompensar os custos econômicos", destacou a republicana.

Para a ex-governadora, Obama apoiará "as fraudulentas práticas científicas" em nome de um pacto que "não será um acordo para o povo americano".

Palin criticou a proposta anterior às cúpulas da Índia e da China, assim como a proposta de lei da Administração Obama para estimular a redução das emissões de gases estufa e compensá-las nos EUA.

"O que Obama realmente espera na volta de Copenhague é pressionar os democratas" para que aprovem essa lei, uma "legislação equivocada", que é "a última coisa de que os Estados Unidos precisam", escreveu a política

Fonte: www.terra.com.br

Manifestações ao redor do mundo pedem acordo em Copenhague

Manifestantes ao redor do mundo se mobilizaram nesta segunda-feira (7), primeiro dia da Conferência do Clima das Nações Unidas em Copenhague, capital da Dinamarca, para lembrar a importância do evento. O objetivo do encontro é evitar as mudanças climáticas resultantes do aquecimento global

Na Índia, os protestos incluíram fantasias de animais típicos do país. Na última semana, o governo indiano anunciou o corte de 20% a 25% na emissão de gases do efeito estufa até 2020.

No Canadá, ativistas da organização Greenpeace subiram no telhado do Parlamento e abrirem dois grandes cartazes denunciando a falta de ação do país diante da mudança climática.

A Polícia disse que apresentou acusações contra 19 ativistas do Greenpeace que participaram do protesto, que coincide com a abertura da conferência das Nações Unidas sobre a mudança climática na capital dinamarquesa, Copenhague.

Em Veneza, na Itália, crianças participaram das manifestações contra os efeitos das mudanças climáticas. Na última semana, a cidade turística registrou enchentes que atingiram 1,3 metro de altura acima do normal. A água tomou ruas e bares da cidade. (Fonte: G1)

EXCLUSIVO: Tratamento do lixo deve ser ampliado com implantação de aterros sanitários consorciados no Rio de Janeiro

O tratamento do lixo deve ser ampliado, segundo secretária do Ambiente do Rio de Janeiro, Marilene Ramos. Ela defendeu a proposta ao apresentar as estratégias do estado para a destinação dos resíduos sólidos, durante o debate “Indústria da Reciclagem: impactos sociais, ambientais e econômicos”, realizado na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.

Entre as medidas destacadas pela secretária, está a implantação de aterros sanitários consorciados. No meio deste ano foi inaugurado o primeiro Centro de Tratamento de Resíduos Sólidos, CTR, do estado, no município de Teresópolis.
O local tem capacidade para receber 30 toneladas diárias de lixo gerado no município, mais 10 toneladas das cidades de São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro e Carmo.

Segundo a secretária, menos de 3% do lixo produzido no estado é reciclado. Ao todo são 46 lixões operados por prefeituras. Ela destacou que na Inglaterra, a reciclagem atinge 38% dos resíduos. “Estaremos construindo os primeiros e últimos aterros, pois eles têm vida útil de 30 anos. Quando eles chegarem lá, estas tecnologias estarão ultrapassadas, já estaremos transformando lixo em energia. Isto, obviamente, depois de reciclar toda a parcela de lixo que for possível” disse.

Dados do Ministério das Cidades revelam que mais da metade dos municípios do Brasil não destinam adequadamente seu lixo.

Em 2008 a SEA lançou o Pacto pelo Saneamento, sendo que erradicar os lixões e implantar aterros sanitários consorciados estão entre os objetivos. Em 10 anos a coleta e tratamento de esgoto também deve ser ampliada de 25% para 80%, de acordo com o pacto.

fonte:
Danielle Jordan / Ambiente Brasil
*Com informações da SEA.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Acordo fraco em Copenhague afeta direitos humano

Especialistas das Nações Unidas emitem comunicado a dois dias da abertura oficial da Convenção da ONU sobre Mudança Climática; 20 relatores da organização assinaram o texto, que alerta sobre as consequências para os direitos humanos caso um consenso não seja alcançado.

Pobres serão os mais afetados
Por Daniela Traldi, da Rádio ONU em Nova York.


Especialistas em direitos humanos das Nações Unidas emitiram um comunicado conjunto nesta sexta-feira às vésperas da Convenção da ONU sobre Mudança Climática, que começa em 7 de dezembro em Copenhague.

O texto foi assinado por 20 relatores da organização, incluindo a especialista do Conselho de Direitos Humanos para o Direito à Moradia Adequada, Raquel Rolnik.
Ameaças

No documento o grupo alerta que, enquanto há um consenso crescente quanto aos impactos provocados pelo aquecimento global, as sérias ameaças ao pleno exercício dos direitos humanos ainda precisam ser propriamente entendidas e identificadas nesse contexto.

O comunicado ressalta que um fraco resultado das negociações sobre as mudanças climáticas representa um perigo aos direitos das pessoas.

Medidas de adaptação ou mitigação, como a promoção de fontes de energia alternativa, conservação de florestas, projetos para o plantio de árvores e reassentamento devem ser desenvolvidas de acordo com as normas de direitos humanos.

Efeitos

Indivíduos e comunidades afetadas devem participar do desenvolvimento desses projetos, segundo os especialistas, sem discriminação.

Os efeitos das alterações climáticas são sentidos com mais força nos países pobres, que tem pessoas e comunidades marginalizadas que vivem em áreas propensas a desastres naturais e que dependem desses recursos para sua subsistência.

Parceria Rádio ONU/EcoAgência

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Nepal prepara reunião de ministros no Everest para alertar sobre clima

Um grupo de ministros do Nepal alcançou a região do Monte Everest nesta quinta-feira (3) para uma reunião de gabinete que será realizada no local mais alto já registrado.

É uma proeza que tem o objetivo de chamar a atenção para a ameaça global do aquecimento para as geleiras da cordilheira do Himalaia. Lá fica o ponto mais alto do mundo, o pico do Everest, com 8.844 metros de altitude.

A reunião acontece às vésperas da conferência internacional do clima de Copenhague, que começa na segunda-feira (7).

Os 23 ministros voaram em tempo ensolarado até Lukla, cidade localizada em uma altitude de 2.800 metros, considerada a porta de entrada para a região do monte Everest. O próximo passo é seguir de helicóptero à Kalapathar,para o encontro da sexta-feira (11), a uma altitude de 5.250 metros.

Riscos - Cientistas dizem que as geleiras do Himalaia estão derretendo em um ritmo alarmante, criando lagos que podem posteriormente inundar as vilas abaixo.

O derretimento da neve e geleiras também dificulta as rotas para os alpinistas ou para quem vive na região, tornando-as instáveis e mais difíceis de serem seguidas.

Devido à elevada altitude e aos riscos envolvidos, a reunião será breve, e os ministros depois voarão mais para baixo, para a cidade de Syanboche, a uma altitude de 3.900 metros.

O primeiro-ministro do Nepal, Madhav Kumar Nepal, deve participar da reunião, mas quatro ministros não devem fazê-lo por preocupações de saúde ou outros compromissos.

Helicópteros de resgate e médicos foram posicionados em Lukla, Syangboche e no local da reunião em si, de acordo com a Associação de Resgate do Himalaia.

A reunião de ministros em elevada altitude segue-se a outra, em outubro, que aconteceu debaixo d´água, das Malvinas, também para chamar a atenção sobre o aquecimento global.

(Fonte: Folha Online)