RELATOS, NOTÍCIAS, CRÍTICAS, PESQUISAS, RESULTADOS, COMENTÁRIOS, NA VISÃO AMBIENTAL

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Ilha Tuvalu, que fica no Sul do Oceano Pacífico, com o aquecimento Global poderá sumir do Mapa.

Parques na Escócia – será o mesmo planeta?


quarta-feira, 21 de março de 2012

Prefeito que iniciar tratamento adequado do lixo não será punido com base na nova lei de resíduos sólidos

Os municípios que não conseguirem se adequar às normas previstas na Política Nacional de Resíduos Sólidos, como a eliminação definitiva dos lixões até 2014, mas estiverem com as ações em andamento, não devem temer a lei de crimes ambientais. Na avaliação do secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Nabil Bonduki, o prazo definido pela legislação que trata da gestão de resíduos é curto, mas as prefeituras precisam, pelo menos, iniciar as ações para enfrentar o problema do lixo sob a ótica da nova lei.

“Não queremos punir por punir e transformar administradores municipais em criminosos ambientais. O município que estiver agindo no sentido de resolver o problema terá como fazer acordos. Mas, os gestores municipais que estiverem dormindo até 2014, correm o risco de ser responsabilizados”, alertou.
Além de acabar com os lixões, substituindo-os por aterros sanitários adequados, as prefeituras têm dois anos para implantar a coleta seletiva de lixo e a logística reversa, que são os processos de recolhimento de lixo pelos próprios fabricantes e por empresas de reciclagem. De acordo com o mapa do Ministério do Meio Ambiente, algumas regiões estão adiantadas na implantação dos novos procedimentos em relação ao lixo.

Londrina e Araxá, por exemplo, foram apontadas como modelo na coleta e no tratamento adequado do lixo. Por outro lado, cerca de 70% dos municípios brasileiros estão bem distantes das obrigações que a nova legislação impõe.  

(Fonte: Carolina Gonçalves/ Agência Brasil)

terça-feira, 20 de março de 2012

Espécies Descobertas Recentes, Ameaçadas de Extinção, Madagascar, Foto

Confira fotos de alguns animais que foram descobertos a pouco mais de 10 anos e já estão ameaçados de extinção em Madagascar. O desmatamento e a perda do Ecossistemas causam a extinção de várias espécies. Esse risco inclui 385 plantas, 69 anfíbios, 61 répteis, 42 invertebrados, 41 mamíferos e 17 peixes. Dá para se preocupar. Conscientizar a população da preservação do meio ambiente é essencial para preservação das espécies.
O que cada um de nós podemos fazer? A preservação da natureza e dos animais é responsabilidade de todos e para ajudar na preservação ambiental, é importante ter conhecimento do meio ambiente e das ameaças que ele sofre.
Reveja seus hábitos e estilo de vida, ajude a preservar o meio ambiente. São  nas pequenas coisas que fazemos que dão resultados significativos.
Veja uma lista e  fotos de animais que descobertos em uma década  já estão ameaçados de extinção
Espécies Descobertas Recentes, Ameaçadas de Extinção, Madagascar, Foto ameacados extincao Madagascar not1

Espécie é um conjunto de seres vivos semelhantes que podem se cruzar na natureza, originando descendentes férteis.
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Diversidade  da vida, Biodiversidade expressa a diversidade de seres vivos encontrados em um ambiente.
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Pessoas preocupadas com as questões ambientais sejam multiplicadores para ajudar na preservação ambiental
Espécies Descobertas Recentes, Ameaçadas de Extinção, Madagascar, Foto animais ameacados Madagascar not1
Nos Ecossistemas, as espécies ocupam os nichos ecológicos disponíveis.
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A grande Versatilidade de muitas espécies lhes possibilita explorar recursos ambientais em diferentes condições.
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É de dar pena, saber que esses animalzinhos tão lindos estão ameaçados de extinção por falta de consciência de muitos seres humanos. O habitat representa o endereço da espécie;  nicho ecológico equivale a sua profissão.
O ser humano está incorporado ao meio ambiente e pode interferir acentuadamente em seu equilíbrio.

Fonte:
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domingo, 21 de agosto de 2011

Universidade mineira desenvolve sistema que pode baratear o tratamento de esgoto

Um estudo elaborado pelo Centro de Pesquisa e Treinamento em Saneamento, Cepts, vinculado ao Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, pode baratear o tratamento de esgoto.


A pesquisa, coordenada pelo professor Carlos Chernicharo, resultou na criação de um material de suporte feito de polietileno que pode ser aplicado em diversos sistemas de tratamento de esgoto.

Os microrganismos presentes no esgoto são retidos por meio desse sistema. Normalmente, para essa função são utilizadas pedras ou material sintético importado.

“A pedra é um material barato, mas muito pesado, o que dificulta o transporte e a colocação no interior das unidades de tratamento. Também é difícil de ser fornecida no tamanho correto, podendo ocasionar problemas de entupimento, além de apresentar pequena área superficial, ocasionando menor retenção de microrganismos”, avaliou o coordenador.

O sistema desenvolvido apresenta algumas vantagens em relação às técnicas empregadas usualmente, como custo reduzido e alta aplicabilidade.

*Com informações da UFMG.

sábado, 20 de agosto de 2011

Girassóis são testados para conter radioatividade no Japão

Grupo plantou milhares de flores em jardim de templo budista.
Cientistas medem radiação no lugar para conferir se método é eficiente.

Cientistas japoneses estão tentando conter o avanço da radiação em Fukushima, palco do desastre nuclear após terremoto em março de 2011, utilizando milhares de girassóis.

As sementes foram plantadas no templo budista Joenji. A ação foi coordenada pelo grupo "Make a Wish Upon a Flower" ("faça um pedido para flores", em tradução livre), liderado pelo monge Koyu Abu.

A mesma tática já foi utilizada em 1986, quando um acidente nuclear grave ocorreu em Chernobyl e as flores foram plantadas em regiões próximas à usina local para extrair o césio radioativo presente em lagoas vizinhas. Agora, os pesquisadores japoneses querem fazem testes para ver se o método é mesmo eficiente.
Girassol contador Geiger 1 (Foto: Yuriko Nakao / Reuters)Técnico segura contador geiger para medir radiação entre girassóis no Japão. (Foto: Yuriko Nakao / Reuters)
 
(Fonte: G1)

Em conjunto com dados de naves da Nasa, pesquisadores conseguem compreender a evolução das tempestades solares clipping


Em conjunto com dados de naves da Nasa, pesquisadores conseguem compreender a evolução das tempestades solares

Foto: Nasa

As observações das missões solares SOHO e STEREO da Nasa (agência espacial americana) revelaram novos dados que ajudarão a facilitar os prognósticos climáticos na Terra e conhecer melhor a evolução das tempestades solares, que podem prejudicar satélites e causar erros nas comunicações.

Cientistas da Universidade de Standford (Califórnia) projetaram um novo método para detectar as chamadas “ejeções de massa coronal” (CMEs, da sigla em inglês) causadoras das auroras boreais mas também das interrupções nas comunicações.

Segundo o estudo publicado no periódico especializado Science, tais erupções solares emergem do interior do Sol como fortes campos magnéticos, explodem em direção à superfície e formam uma enorme bolha de plasma magnética, o que provoca uma onda que se expande rumo ao Sistema Solar.

Sua existência está documentada, mas os cientistas continuam pesquisando uma forma de detectá-las antes que se formem e, assim, evitar suas consequências, já que além das comunicações, estas ejeções são perigosas para os astronautas no espaço e podem provocar blecautes elétricos na Terra.

Utilizando as observações com o Observatório Solar e Heliosférico SOHO, uma missão conjunta da Nasa e a Agência Espacial Europeia (ESA, da sigla em inglês), o professor Stathis Ilonidis e sua equipe, foram capazes de detectar sinais da formação de manchas solares emergentes antes que cheguem à superfície do Sol. 

Os cientistas descobriram que os campos magnéticos que formam manchas solares são gerados pelo menos 65 mil quilômetros abaixo da superfície e calcularam a velocidade na qual emergem, por isso que conseguiram estabelecer uma relação para se adiantar.

O estudo indica que os campos magnéticos emergem de 0.3 a 0.6 quilômetros por segundo e provocam manchas solares um ou dois dias após ser inicialmente detectados.

A Nasa também apresentou nesta quinta-feira (18) novas imagens proporcionadas pelas naves gêmeas STEREO, que foram lançadas em 2006, para melhorar a capacidade de prever as tempestades solares, cuja nitidez “proporciona as capacidades de observação para estabelecer modelos para realizar melhores prognósticos”, segundo disse em entrevista coletiva Lika Guhathakurta, científica do programa.
 
(Fonte: Portal iG)